#WebSérie: A vida de Jane - Parte 2/3

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E AS MUDANÇAS CONTINUAM...


Depois de se tornar uma nova garota, exteriormente, Jane passava por novas fases em sua vida. Fez novas amizades, mas ainda sim se sentia inferior.

Nesta nova fase, aos quinze anos, Jane, nossa querida personagem, passa por grandes mudanças interior e exteriormente. Sim, já sabemos que fase é esta. Com certeza a nossa querida leitora já deve saber de qual fase nós estamos nos referindo, talvez você já passou, algumas estão passando e outras futuramente passarão.E é nesta fase que iniciaremos mais uma parte de nossa história.

PRIMEIROS AMORES

Boca seca, taquicardia, tremedeira (...) É... a nossa personagem passava pela sua primeira paixão. Tudo era mais lindo, tudo era mais belo. O preto e branco ganhava vida. Seus olhos resplandeciam quando o via.

Pressinto uma certa curiosidade de sua parte quando este simples " O " apareceu em nossa história.

Sim este O a quem nos referimos é um menino da classe da Jane. Bem, como isto aconteceu não saberemos explicar. Pois  paixão é como o vento, nós não sabemos de onde ela vem, mas vira e mexe ela nos pega de surpresa. Dependendo de sua intensidade pode resultar em grandes desastres. Esta primeira paixão da Jane parecia um  verdadeiro furacão.

Ventos impetuosos a faria delirar antes de dormir, seus pensamentos a conduzia a um só ponto o sorriso do Josh (outro nome fictício, só para lembrar!). Josh estava entre os garotos mais bonitos do colégio, e ainda tinha uma lista para constatar isto. Lista que a todo ano era encontrada na porta do banheiro feminino do colégio.

Além de ser bonito ele era popular e vinha de uma bela família bem conhecida naquela pequena cidade. Todos os dias Jane escrevia em seu diário sobre ele, cada sorriso, cada olhar, destalhes e detalhes que nem o pobre Josh se lembraria. Afinal, a Jane até sabia quantas faltas ele havia tido no semestre.

A paixão platônica de Jane crescia mais e mais a cada dia. Porém, junto a esta paixão surgiu também grande insegurança e um "pouquinho" de ciúmes. Pois havia muitas concorrentes e apesar de tudo estar feito na mente de Jane, na realidade ela não trocou mais que duas palavras com o Josh.

E onde está Deus nesta história, Claudiane?!
Mal esperava para contar-lhes desta parte. Mas para entendermos melhor começaremos do início. Jane nasceu em uma família Cristã e frequentava uma igreja perto de sua casa, porém com um tempo algo mudou.

A Jane continuou indo à igreja com sua família, mas seu coração e seus pensamentos estavam distantes de Deus. Tão distantes que nem parecia que Ele fazia parte de sua vida. A ida a igreja virou uma rotina, algo comum e sem nenhuma importância, a não ser pelo encontro entre amigos que sempre havia no final de cada culto.

Esta era a Jane, contudo Deus jamais a abandonou. Esteve com ela durante 24 horas por dia, 720 horas por mês e 8.760 horas por ano, cada hora 60 minutos, cada minuto 60 segundos.

O tempo ia passando e a vontade de se declarar crescia, talvez através de uma carta, porque era tímida. Porém esta vontade era despedaçada pelo medo da consequência.


- O que ele vai dizer? O que ele vai achar de mim? 

Essas perguntas importunavam sua mente todos os dias, junto com a lembrança de que haviam concorrentes ao prêmio do coração do belo Josh.

 - Não vale a pena! Está tudo acabado! 
Pensava Jane tentando lutar contra esses pensamentos e ao mesmo tempo segurando seu coração que  esmorecia as esperanças a cada segundo que passava.

- Elas são bem mais bonitas do que eu, são populares, tem tudo o que uma garota gostaria de ter, além de terem todos os garotos do colégio jogados aos seus pés! E olha eu? Eu não tenho NADA!

Depois que caíra na realidade, Jane se encontrava com o coração ferido. Inundava todas as noites seu travesseiro. Desolada e angustiada ela não sabia o que fazer . Como encontrar consolo num momento desses? Se contasse sobre o caso aos seus pais não a entenderiam. Muito menos os amigos, talvez dariam um conselho que não servisse em nada, e desde quando esses conselhos acabaram com a dor de um coração ferido?!

Simplesmente nada parecia ser o remédio para aquele importuno sentimento arrasador. Enquanto isso isolava-se de tudo e de todos, com muito medo e total insegurança.

"Eu, eu mesmo, sou quem a consola. Quem é você para que tema homens mortais, os filhos de homens, que não passam de relva, para que você esqueça o Senhor, aquele que fez você, que estendeu os céus e lançou os alicerces da terra, para que viva diariamente, constantemente apavorado por causa da ira do opressor, que está inclinado a destruir? Pois onde está a ira do opressor? Os prisioneiros encolhidos logo serão postos em liberdade; não morrerão em sua masmorra, nem terão falta de pão. Pois eu sou o Senhor, o seu Deus, que agito o mar para que suas ondas rujam, o Senhor dos Exércitos é o seu nome." Is 51:12-15



AUTORA: Claudiane Almeida


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